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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

On Self-Awareness and Rationality

A crucial aspect of rational intelligence—one that is rarely discussed—is self-awareness. It is through self-awareness that we can analyze and evaluate our own thoughts and actions.


Scientifically speaking, this is known as metacognition.


It is not merely "thinking about thinking," because thought generally leads to behavior—whether directly, when thought and action align, or indirectly, when an underlying logic (such as contradiction or hypocrisy) persists despite an apparent inconsistency.


Self-awareness allows us to judge ourselves—our thoughts and our deeds. Consequently, we can review our conduct and decide whether or not to maintain it.


And what a difference that makes...


I have known people who appear—or appeared—to possess only the most rudimentary level of self-awareness. I say "have known" because some of them met tragic ends precisely because they were never truly capable of self-criticism—the kind that is effective, precise, measured, and constant.


Essentially, a person with underdeveloped self-awareness is far more likely to think and act based on emotional impulse. This leads them to commit errors, lapses, and frequent missteps that can come at a high cost later on. They are also far more prone to extreme stubbornness—and I do not use that term lightly.


They are the type who almost never truly examines themselves, and when they do attempt it, the process lacks depth or precision. They blindly forge paths that often bring more harm than good, persisting in their errors—frequently without even clearly distinguishing between what they are doing "right" and what they are doing "wrong." If psychiatry were a little less limited than it currently is, perhaps it would be possible to diagnose this specific type of irrationality disorder. 


Among disorders of irrationality, this one relates primarily to instrumental—or behavioral—rationality, while its connection to epistemic—or cognitive—rationality is secondary. Fundamentally, our political-ideological beliefs or our levels of specific and general knowledge are not critical factors for this type of disorder; I believe it is possible to have limited knowledge of the world one inhabits yet still detect errors in one’s own conduct and revise one’s actions or decisions. I also believe there is often a coherence gap between thought and action—a disconnect that can lead brilliant thinkers to act wrongly, while causing mediocre thinkers to make sensible life decisions.


I consider myself an example of this: for quite a few years, I pursued a misguided path based on decisions rooted in personal thoughts or beliefs. When I finally realized how wrong I had been, I managed to return to a healthier path—even as I simultaneously developed my epistemic rationality. Today, I view myself as a "patient" in remission—much like a recovering addict, though my "addiction" was not to narcotics. Instead, it involved unresolved internal issues that I dealt with by validating them—much like justifying a psychopathological condition (such as anxiety) or even adopting an identity around it, rather than simply treating it...

Sobre autoconsciência e racionalidade

 Um aspecto muito importante, e que parece ser pouco comentado sobre a inteligência racional, é a autoconsciência. É por ela que podemos analisar e avaliar nossos próprios pensamentos e nossas próprias ações.


Cientificamente falando, chamam-na de metacognição.

Não é apenas o pensar sobre o pensar, porque o pensamento geralmente leva ao comportamento, mesmo se de maneira direta, quando pensamento e ação estão coerentes, ou de maneira indireta, quando, apesar de haver uma inconsistência, ainda existe uma lógica subjacente (de contradição ou hipocrisia).

É pela autoconsciência que podemos julgar a nós mesmos: do que pensamos e fazemos. E, com isso, rever condutas, se para mantê-las ou não. 

E como isso faz uma diferença…

Eu conheço e conheci pessoas que parecem/pareciam não ter uma autoconsciência mais desenvolvida do que em seus níveis mais básicos. Digo, conheci, porque algumas delas encontraram um fim trágico justamente porque nunca foram realmente capazes de autocrítica: eficaz, precisa, ponderada e constante.

Basicamente, uma pessoa que parece provida de uma autoconsciência subdesenvolvida está muito mais propensa a pensar e a agir na base do impulso emocional e isso levá-la a cometer erros, deslizes, desvios frequentes … que podem custar caro mais tarde. Estão muito mais propensas a serem extremamente teimosas, sem medo de exagero descritivo aqui…

O tipo que quase nunca realmente se examina, e quando tenta fazê-lo, não o faz de maneira profunda e/ou precisa; que, cegamente, constrói trajetórias que, muitas vezes, lhes traz mais prejuízos que benefícios, porque insiste em seus erros, se frequentemente nem sabe como distinguir com clareza o que está fazendo “certo’ ou “errado’. Pois se a psiquiatria fosse um pouco menos limitada do que é, talvez, fosse possível estabelecer um diagnóstico para esse tipo de transtorno de irracionalidade.

Dos transtornos de irracionalidade, esse se relaciona primeiramente com a racionalidade instrumental, ou de comportamento, sendo sua relação com a racionalidade epistêmica, ou de pensamento, mais secundária. A priori, para esse tipo de transtorno, nossas crenças político-ideológicas e/ou nossos níveis de conhecimentos específicos e gerais não são absolutamente importantes, porque ainda acredito que seja possível conhecer menos o mundo em que se vive, mas conseguir detectar em si mesmo, erros de conduta, e rever ações ou decisões. Ainda acredito que exista uma barreira de coerência frequente entre o que se pensa e como se age, que pode levar bons pensadores a agirem errado e pensadores medíocres a tomarem decisões sensatas em suas vidas.

Eu mesmo me considero um exemplo que, por uns bons anos, me embrenhei em uma rota equivocada a partir de decisões que foram tomadas com base em pensamentos ou crenças de âmbito pessoal, e que quando, finalmente, vi o quão errado estava, consegui, mesmo se, paralelamente, também tenha desenvolvido minha racionalidade epistêmica, retornar a um caminho mais saudável. Hoje, me considero um “paciente” em remissão, como um ex-viciado, ainda que o meu vício não tenha sido algum tipo de entorpecente, se eram questões até então não-resolvidas dentro de minha mente e que, exatamente por isso, lidava com elas ratificando-as, o mesmo que justificar um quadro psicopatológico, como a ansiedade, por exemplo, inclusive de adotar uma identidade relacionada, ao invés de simplesmente tratá-la…

On my feelings regarding a certain country

 I hate K-pop and South Korea with a passion… I’ve tried watching South Korean movies and didn’t like them. I tried watching clips from one of the many South Korean series out there and didn’t like them. As for the pop music, I only ever enjoyed one song from about ten or fifteen years ago—and even then, it was a very lukewarm "like," the sort of: "it’s not crap; it’s listenable, even danceable, kinda cute," and nothing more… it was the choreography in the music video that caught my eye, and that’s it… I don’t like the sound of the South Korean language. I don’t like how they write and present stories (many are identical to the mindless American comedies typical of the 90s). And I don’t like the country: it’s a total sham. A country that’s a champion of plastic surgery, with sky-high rates of bullying, suicide, and depression—it’s not a country; it’s a sickness.


An EXTREMELY materialistic, class-obsessed, and competitive culture—I mean, a senseless competition for status… everything I despise most in this world…

Dos meus sentimentos em relação a um certo país

 Eu odeio K-pop e Coreia do Sul com uma paixão… Já tentei ver filme sul coreano e não gostei. Tentei ver trechos de uma das muitas séries sul coreanas disponíveis por aí e não gostei. Já as músicas pop, apenas curti uma música de uns dez ou quinze anos atrás, e mesmo assim, é um “gostei” muito vago, do tipo: “não é uma merda, é ouvível e até dançável, bunitinho” e nada mais… me chamou mais a atenção a coreografia do clipe da música, e só… não gosto do som da língua sul coreana. Não gosto de como eles escrevem e apresentam histórias (muitas são idênticas ao besteirol americano típico dos anos 90). E não gosto do país: um grande engodo. Um país campeão em cirurgias plásticas, com índices altíssimos de bullying, suicídio e depressão, não é um país, é uma doença. 


Uma cultura EXTREMAMENTE materialista, classista e competitiva, digo, uma competição por status sem sentido.. tudo o que eu mais desprezo nesse mundo…

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Examining the dogma of racial equality in Brazil through data

What if the socioeconomic disparities between racial groups in Brazil are not merely or exclusively a matter of unequal opportunities, social exclusion, or "historical legacies"????


(And this is far from being the case only in Brazil...)


https://www.portaliede.com.br/estudo-do-iede-mostra-diferenca-de-desempenho-entre-alunos-brancos-e-pretos/


This is an interesting study showing that, across the entire country, racial disparities in academic performance remain consistent: as a group, self-identified white students achieved more satisfactory results¹ than self-identified Black students (a category that includes *pardos*—mixed-race individuals—in line with the "woke" trend adopted by many traditional Brazilian institutions: embracing bourgeois-leftist ideas, such as arbitrarily eliminating the *pardo*/mixed-race category and subsuming it into the Black racial category, perhaps to stoke antagonism toward self-identified whites)... It is also noteworthy that, despite extensive data and certain details² that merely replicate findings from studies in other countries³, the researchers' conclusion was strictly subservient to the totalitarian political correctness prevalent in higher education...


It is worth noting that these results confirm what has been consistently found in many previous studies. Therefore, this is not an isolated finding; rather, it aligns perfectly with the body of data and evidence accumulated on the subject—evidence robust enough to support a verdict that is, at the very least, partially conclusive. 

The data reveal not only a significant advantage held by one group over the other but also that, when social class is introduced as an additional comparative factor, this advantage becomes even more pronounced. They show that, starting from the same socioeconomic level, the higher-performing ("white") group maintains its lead over the other ("black") group; furthermore, individuals from the first group at a lower socioeconomic level perform similarly to those from the second group at a higher level. This finding contradicts one of the key tenets of "social theories" championed by academics ideologically aligned with the Left—namely, that social status has a direct, long-term impact on the prevalence of behaviors labeled "dysfunctional" or "deficient," such as poor academic performance. After all, if this factor were the sole or primary driver, "black" students from a higher social class should, on average, demonstrate academic performance equal to or better than that of "white" students at the same social level. Yet, the data show something else: "black" students in favorable socioeconomic circumstances perform—on average, or as a group—similarly to "white" students in less favorable socioeconomic circumstances...

So, what is the most realistic (objective and impartial) conclusion we can reach? 


...that the egalitarian leftist thesis—which attributes these differences exclusively to social, historical, or cultural factors while consistently denying biological or intrinsic ones—is fundamentally flawed... That perhaps the cause is not merely "structural racism," "oppression," or the "legacy of slavery," but rather that certain groups, on average, possess greater cognitive capabilities than others—regardless of whether ''one group' has a history of oppressing the other, and even if this unequal power dynamic actually reflects those very differences (much as humans judge other species based on their own superior intelligence). Furthermore, acknowledging this reality as it stands is neither immoral nor "racist," provided that scientific truth—empirical, impartial, and objective—takes precedence over moral postulates. Indeed, a system of morality can only be correctly constructed when based on evidence and facts; truth is the only possible way to systematize the practice of justice. For if we persist in believing that the only way to combat racial and social inequalities is through "historical reparations" and wealth redistribution—attributing the issues to abstractions—it is highly likely that, in the medium to long term, such measures will fail to definitively solve the problem of inequality and might even exacerbate it. After all, welfare-style measures for the poor typically overlook the fact that poverty is not merely a structural issue but also a cognitive and psychological one—and thus largely intractable through superficial interventions, such as providing perfect schooling conditions to students from lower socioeconomic strata, if their—on average—inferior performance is not solely or primarily due to their socioeconomic conditions or environments (especially given that there are students at the same social level who demonstrate excellent academic performance, not to mention the minority of "Black" students and/or those of......from the "lower class" who demonstrate performance levels satisfactorily similar to their "white" and/or "upper-class" peers...


# There are exceptions to this rule where a scientific truth does not always have to override a moral postulate. For instance, consider a hypothetical empirical finding that the majority of prisoners who commit heinous crimes possess excellent potential for rehabilitation... Even if science were to prove this, the morally just course of action is for them to remain imprisoned for many years, or even to face the harshest penalty of all: the death penalty.


- Take the example here, if it were discovered that a primary cause of racial disparities in socioeconomic indicators lies in psycho-cognitive differences between ethnic groups, using this as a justification to halt social measures aimed at combating extreme inequality would be problematic. This is especially true if the goal is not merely to promote meritocratic measures—rewarding the most capable—but also to avoid punishing those less capable in specific technical areas; if, in both cases, these differences do not simply reflect a matter of choice, then the punishment is literally unjust—much like curtailing women's physical freedom simply because they are, on average, physically weaker than men...


Beyond the moral factor involved—which need not rely on a religion appealing to metaphysical forces or an ideology that distorts "hard" facts to peddle "white lies"—it is perfectly possible, through wisdom or philosophy in its purest sense, to advocate for combating extreme inequalities based on the following arguments: the essentially fictitious nature of (financial) mathematics; and the essentially equal nature of all forms of life, highlighting first and foremost the essential equality of human life; ...and the essentially parasitic nature of an economic system in which one class exploits others for its own benefit—constituting a social system that is clearly contrary to meritocracy—it is only fair that those who keep society functioning at its very foundation also be granted sufficient rights and earnings to live with dignity, enjoying easy access to both material and non-material amenities...


* Whether it is truly a problem that group X shows average performance levels distinct from group Y, or if what matters most is whether these differences are causing serious social issues—such as racial disparities in the propensity for irrationally antisocial behavior...


Some details not shown in the primary study referenced here, nor in the secondary study used for corroboration (which demonstrates that these findings tend to be replicated in other countries using large, representative samples):


- If the "Black" category created by the IBGE—which lumps together those who self-identify as Black and those who self-identify as *pardo* (mixed-race/brown)—were broken down and the two groups reclassified into their own distinct categories, it is highly probable that the disparities in academic performance would be even greater. This is suggested by studies in other countries (such as the US and Europe) showing significant gaps between racial groups defined by less subjective criteria—like ancestry and phenotype—rather than mere self-identification. Furthermore, based on comparative results observed elsewhere (for instance, the performance gap between "Hispanics"—a predominantly mixed-race group—and "African Americans" in the US), it is likely that the *pardo* group would achieve better results than the Black group; - If the definition of "whiteness" in Brazil were not limited merely to self-identification, it is highly likely that Brazilians who are white by phenotype—and even by a predominance of European (or Caucasian) ancestry—would show an even better average academic performance than those classified solely by self-identification...


- If the categories of "East Asians," Jews, and people of Lebanese descent were used for comparison, it is highly likely that they would demonstrate superior performance compared to self-identified "whites" and the politically manipulated category of "Blacks"...


Therefore, the egalitarian—and pseudoscientific—belief that social and historical differences are always the primary cause of disparities between individuals and human groups, when accepted as scientific fact, can lead a city, state, or nation to adopt policies based on this misconception. This can trigger a chain of problematic consequences—as has indeed occurred, for instance, when a country decides to open its borders to mass immigration while disregarding the fact that human groups tend to exhibit cognitive and psychological differences that cannot be resolved through superficial measures, and that, in the medium to long term, this influx of "new residents" may exacerbate social problems, such as rising violence, cultural conflicts, and an exponential decline in average technical skill levels...of their ethnically "diverse" or altered populations... Beyond failing to eliminate poverty or extreme inequalities in the immigrants' countries of origin, it also complicates the host countries' capacity to absorb these migratory flows and affects their own social stability...


In Brazil's case, the adoption of education-focused measures—based on the belief that "education" works true miracles on the intelligence of individuals and groups, such as the idea that intelligence can be boosted simply through so-called "quality education"—ignores the fact that we possess intrinsic mental characteristics (such as cognitive abilities and personality traits) that are not merely reflections of the environments or circumstances in which we live and interact. Consequently, rather than accepting the reality of the Brazilian people's true cognitive potential (on average), measures that disregard this fact fail to solve the academic deficit—and may even exacerbate it. Realistically speaking, the only way to begin resolving this problem in the medium to long term involves not only fostering a culture that values ​​knowledge acquisition and high-level artistic achievement—something we currently lack—but also establishing mechanisms that are (and I apologize to those who might be easily upset by this) tacitly eugenic in nature: specifically, incentivizing high fertility among the "most intelligent" while disincentivizing it among the "least intelligent." As I have proposed elsewhere, this would entail offering advantages to those encouraged to have more children (though not an excessive number) and to those encouraged to have fewer (one or two). Other necessary measures include detoxifying the population from "anti-racist" or anti-white brainwashing by teaching people—especially those of European descent—that taking pride in one's own ethnicity is neither a crime nor a sin (provided this does not lead to generalized, unjust hatred toward other ethnicities). This approach would also serve to preserve the racial and existential integrity of the country's "most intelligent" groups, in addition to... encourage the "most intelligent" individuals from the "least intelligent" groups to marry one another and have more offspring. And frankly, I do not view any of this as an affront to true human rights... {I have also proposed elsewhere that, regarding the real risk of extinction for European ethnic groups, those who wish to preserve their physical and behavioral phenotypes should take the lead in this goal—defending the right to freedom of association—without needing to infringe upon the basic rights of those who lack this motivation}...


Demonstrating that racial or ethnic groups exhibit biological differences in behavior and intelligence does not mean that "true" racism must be normalized. Accepting a "harder" or "harsher" truth—one often obscured by hegemonic ideological conditioning—does not imply that one should act cruelly as a result. Clarifying a fact generally means expanding knowledge and awareness, not the opposite. Just as we can accept the reality of human races or ethnicities and their differences—recognizing that they are not merely reflections of culture or environment—we can also grasp a range of other truths that make this reality less "harsh." For instance, we can consider the complex nature of human intelligence, understanding that an individual who is "less intelligent" in certain areas may still be intelligent in others, or that being "less intelligent" in one regard does not mean they lack intelligence altogether. In our daily lives, we can see that human intelligence is not limited to writing "correctly" or solving math problems, even though these skills are very important... Accepting this fact does not mean we must generalize about groups, especially since these differences are primarily statistical. It does not mean these gaps cannot be narrowed, or that groups scoring lower on intelligence metrics cannot improve their performance over time. However, such genuine improvement will not come about simply by putting more books into schools in underprivileged areas...


Accepting that our mental traits are not entirely shaped by the environment—nor completely malleable through targeted stimuli—need not lead to a fatalistic determinism, where we believe we are doomed never to change or improve anything about ourselves. ...ourselves—not merely in terms of limitations, but also potential. Yet, this potential is shaped by our limitations—a fact that is not necessarily negative, given that it is better to know who we are and the extent of our reach than to deceive ourselves with illusions. This truth—regarding the primarily hereditary and intrinsic nature of our mental traits—could also prompt the school system, for instance, to rethink punishments for poor performance, without this implying a systematic disregard for academic achievement and......and to the social behavior of the student body. If science—in its actual practice and when contextualized regarding behavior and intelligence—inexorably leans toward the reality of biology’s predominance over these factors, then a teaching method truly based on empirical evidence must accept this. This need not diminish the teacher's importance, even though a shift in role is inevitable: moving from "builder" of others' intellects to instructor...



¹ ...figures show that across all Brazilian states—regardless of the subject assessed (Portuguese Language or Mathematics) or the grade level (5th or 9th grade of elementary/middle school)—there is a significant disparity in the percentage of white versus Black students achieving adequate learning levels.


In the 5th grade, regarding Portuguese Language, 65.1% of white students demonstrate adequate learning, whereas the figure for Black students is 40.3%. The states showing the widest gaps between the two groups are Amazonas, Rio Grande do Norte, Roraima, and Amapá. In Amazonas, even by the 5th grade, white students outperform Black students by nearly 100% (50.8% with adequate learning versus 25.5%).


In Mathematics, student performance is generally lower, yet the racial disparity persists: 55.8% of white students achieve adequate learning in the subject, compared to 31.2% of Black students. In Mathematics, in addition to Amazonas and Rio Grande do Norte, highly significant disparities appear in Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina, and Paraíba. In these states, the gap between white and Black students exceeds 70%.


In the 9th grade, regarding Portuguese Language, white students outperform Black students by 68.2% (46% with adequate learning versus 27.4%). In Mathematics, the greatest disparity is observed at this stage: 25.8% of white students demonstrate adequate learning compared to 11.9% of Black students—a difference reaching 116.4%.




² In both years assessed and across both subjects, significant differences exist even when students belong to the same socioeconomic group: for instance, in Mathematics, among students of high socioeconomic status, 34.4% of white students demonstrate adequate learning, compared to 17.3% of Black students (a difference of 98.8%). Among those of low socioeconomic status, the figures are 15.8% versus 8% (a difference of 98%). ³ https://liberalarts.utexas.edu/prc/our-research/prc-research-brief-series/education-work-and-institutions/continuing-racial-disparities-in-academic-achievement.html


Translated


"Using data on children living with women included in the *National Longitudinal Study of Youth 1979*, the authors present results regarding the math and reading performance of children aged 5–6, 9–10, and 13–14 over a 20-year period (1986–2005). The children were divided into six groups: Black, Hispanic, and White children from families with income at or below 100% of the federal poverty threshold (poor students), and Black, Hispanic, and White children from families with income above the poverty line (non-poor students).


Key Findings


Non-poor White children consistently outperformed non-poor Black and Hispanic students—from early childhood through high school, in both reading and math—between 1986 and 2005.

The academic performance gap between non-poor White students and non-poor Black students widened.

In contrast, the academic performance gap between non-poor White students and non-poor Hispanic students narrowed.

Furthermore, non-poor Black students performed worse than poor White students at almost all time points analyzed.

Similarly, poor White children consistently outperformed their poor Black and Hispanic peers—from early childhood through high school, in reading and math—over the 20-year period.

The performance gap between poor White students and their poor Black peers widened over time and appears to increase after early childhood.

The performance gap between poor White students and their peers" ...among poor Hispanics also persisted over time and increased among children of middle-school age (upper elementary/junior high years).

Poverty has a more detrimental effect on the academic performance of non-white children compared to their white peers.

Given that even white students from poor families outperform their poor Black and Hispanic peers, these findings suggest that the higher income—on average—of non-poor white families compared to non-poor Black and Hispanic families does not fully explain the racial/ethnic disparities in academic performance.

Sobre o dogma da igualdade racial no Brasil com dados

 E se as diferenças socioeconômicas entre grupos raciais no Brasil não forem apenas ou exclusivamente uma questão de diferenças de oportunidade, exclusão social ou "legados históricos"????


(E muito longe de ser apenas no Brasil...)


Esse é um estudo interessante que mostra como que, do Oiapoque ao Chuí, as diferenças raciais em desempenho acadêmico se mantêm homogêneas, em que os estudantes autodeclarados brancos apresentaram, como um grupo, resultados mais satisfatórios¹ que os estudantes autodeclarados pretos (incluindo os pardos, de acordo com a tendência ''wokeista'' de muitas instituições tradicionais do nosso país: de adotar ideias ou crenças da esquerda burguesa, tal como de, arbitrariamente, eliminar a categoria mestiça, de pardos, e adicioná-la à categoria racial de pretos, talvez como maneira de acirrar um antagonismo com os autodeclarados brancos)... Também é interessante que, mesmo com dados amplos e alguns detalhes² que apenas replicam achados de estudos em outros países ³, a conclusão dos pesquisadores foi rigorosamente submissa ao politicamente correto totalitário na educação superior... 

Vale ressaltar que esses resultados confirmam o que tem sido encontrado de maneira consistente em muitas pesquisas ou estudos anteriores. Portanto, não é um achado isolado, mas totalmente conforme ao padrão de dados e evidências acumulados do tópico em questão e que os torna cientificamente válidos até para que se chegue a um veredito, no mínimo, parcialmente conclusivo.

Os dados mostram, não apenas uma vantagem grande de um grupo sobre o outro, mas também que, quando a classe social é introduzida como um fator comparativo adicional, essa vantagem se torna ainda mais evidente, ao mostrar que, a partir de um mesmo patamar socioeconômico, o grupo ("branco") com melhor desempenho o mantém sobre o outro grupo ("preto"), e mesmo que, aqueles do primeiro grupo em patamar socioeconômico inferior praticamente têm um desempenho similar aos do segundo grupo em patamar superior, corroborando contrariamente a uma das teses mais importantes às "teorias sociais" criadas e mantidas por acadêmicos ideologicamente fechados com a esquerda: de que a condição social tem um efeito direto e de longo prazo para uma alta frequência de comportamentos ditos "disfuncionais' ou "deficientes', como o baixo desempenho acadêmico. Pois se fosse única ou especialmente esse fator, estudantes "pretos" de classe social superior deveriam, em média, apresentar um desempenho acadêmico igual ou superior ao de estudantes "brancos" no mesmo nível social. Mas não apenas isso, porque, novamente, estudantes "pretos" em boa situação socioeconômica, como mostrado no estudo, também apresentam, em média, ou como um grupo, desempenho similar aos estudantes "brancos" em situação socioeconômica inferior...

E qual é a conclusão mais realista (objetiva e imparcial) que podemos chegar?? 

Que a tese igualitarista de esquerda, que atribui essas diferenças exclusivamente a fatores sociais, históricos ou culturais, e sempre nega o fator biológico, ou intrínseco, está essencialmente equivocada... De que, talvez, não seja apenas culpa de "racismo estrutural", "opressão" ou "legado da escravidão", mas que certos grupos, em média, apresentam maiores capacidades cognitivas que outros, independente se "um' tem um histórico de oprimir o outro, e mesmo que, essa dinâmica desigual de poder reflita justamente essas diferenças, tal como o ser humano julga outras espécies por também possuir uma maior inteligência, e que reconhecer essa realidade como ela é não é imoral ou mesmo "racista", se uma verdade científica: empírica, imparcial e objetiva, deve primariamente prevalecer sobre um postulado moral#, até para que um sistema de moralidade possa ser corretamente construído, com base em evidências, fatos...; a única maneira possível de se sistematizar a prática da justiça: pela verdade. Pois se continuarmos a acreditar que a única maneira de combater* as desigualdades raciais e sociais é pela "correção histórica" e redistribuição de riquezas, atribuindo-as a abstrações, é bem provável que, a médio e longo prazo, tal medida não irá solucionar por definitivo o problema* das desigualdades, de poder até piorá-lo, afinal, medidas assistencialistas aos mais pobres tipicamente desprezam que, a pobreza não é apenas uma questão estrutural, mas também cognitiva e psicológica, e então plenamente intratável por intervenções superficiais, tal como de prover aos estudantes das classes basais, condições escolares perfeitas, se eles não apresentam, em média, desempenhos inferiores apenas ou especialmente por causa de suas condições socioeconômicas, ou por causa dos seus ambientes, se, inclusive, existem estudantes em mesmo patamar social que apresentam excelente desempenho acadêmico, além da minoria de estudantes "pretos" e/ou de "classe mais baixa" que apresentam desempenhos satisfatoriamente similares aos seus pares "brancos" e/ou de "classe mais alta"...

# Existem exceções a essa regra em que uma verdade científica nem sempre tem que se sobrepor a um postulado moral. Por exemplo, em uma hipotética comprovação empírica de que, a maioria dos presos que cometem crimes hediondos apresentam excelente potencial de ressocialização... Pois mesmo que a ciência possa comprová-lo, o mais justo, moralmente, é que eles continuem presos por muitos anos, ou mesmo que sofram a mais dura das penas: a pena de morte.

- O próprio exemplo aqui de: se foi encontrado que uma causa principal para as diferenças raciais em indicadores socioeconômicos são as diferenças psicocognitivas entre os grupos étnicos, então, de usá-la como justificativa para cessar qualquer medida social que vise combater as desigualdades extremas, se não se trata apenas de promover medidas meritocráticas em que, aqueles mais capazes possam ser recompensados, mas também que isso não tenha que significar em punir os menos capazes em determinadas demandas técnicas, se, em ambos os casos, essas diferenças não expressam simplesmente uma questão de escolha e, portanto, é uma punição literalmente injusta, tal como de cercear a liberdade de corpo das mulheres por serem, em média, fisicamente mais fracas que os homens... 

Além do próprio fator moral envolvido e que não precisa ser baseado em uma religião que apela para forças metafísicas ou em uma ideologia que distorce fatos "duros" para vender suas "mentiras brancas", se pela própria sabedoria, ou filosofia em sua essência, é perfeitamente possível defender pelo combate às desigualdades extremas a partir dos seguintes argumentos: a natureza essencialmente fictícia da matemática (financeira); a natureza essencialmente igual de toda forma de vida, e primariamente destacando a igualdade essencial da vida humana; e a natureza essencialmente parasitária de um sistema econômico em que uma classe explora as outras em prol do próprio benefício, consistindo em um sistema social claramente anti-meritório, se não é justo que, aqueles que mantêm a sociedade funcionando em suas bases também não sejam contemplados com direitos e ganhos suficientes para poderem viver dignamente, com acesso fácil a amenidades materiais e imateriais...

* Se é realmente um problema que grupo x apresente desempenhos médios distintos de grupo y ou se o que mais importa é se essas diferenças estão causando problemas sociais graves, por exemplo, as diferenças raciais de propensão a comportamentos irracionalmente antissociais...

Alguns detalhes não-mostrados na pesquisa principal usada como referência primária nesse texto e também a secundária usada como referência de reforço (mostrando que os achados tendem a ser replicados em outros países e com grandes amostras representativas):

- Se a categoria de "pretos", forjada pelo IBGE, em que autodeclarados pretos e pardos foram colocados em um mesmo grupo, fosse desconstruída e os dois realocados em suas próprias categorias, é muito provável que essas diferenças em desempenho acadêmico seriam ainda maiores, se os estudos em outros países já mostram diferenças grandes entre grupos raciais determinados por critérios menos subjetivos, como os de ancestralidade e fenótipo do que apenas por autodeclaração (caso dos EUA e Europa); e que "pardos" obtivessem resultados melhores do que "pretos" se com base em resultados comparativos que têm sido encontrados em outros países (por exemplo, a comparação de desempenho entre "hispânicos", um grupo predominantemente mestiço, e "afro americanos", nos EUA);

- Se a definição de "brancura" no Brasil não se limitasse apenas a autodeclaração, é muito provável que "brancos" brasileiros por fenótipo e até por predomínio de ancestralidade europeia (ou caucasiana) apresentassem um desempenho acadêmico médio ainda melhor do que apenas por autodeclaração...

- Se as categorias de "leste-asiáticos", judeus e descendentes de libaneses fossem usadas como comparação, é muito provável que apresentariam desempenhos superiores que os dos autodeclarados "brancos" e da categoria politicamente manipulada de "pretos"...

Portanto, a crença igualitária, e pseudo científica, de que as diferenças entre indivíduos e grupos humanos têm sempre como causa principal as diferenças sociais e históricas, ao ser tomada como um fato científico, pode levar uma cidade, estado ou nação a adotar medidas baseadas nesse equívoco e gerar uma cadeia de consequências problemáticas, como realmente tem acontecido, por exemplo, de um país resolver abrir suas fronteiras para a imigração em massa, desprezando que grupos humanos tendem a apresentar diferenças cognitivas e psicológicas, intratáveis se apenas por medidas superficiais, e que, a médio e longo prazo, essa massa de "novos moradores" pode piorar seus problemas sociais, como o aumento da violência, de conflitos culturais e a redução exponencial do nível médio das competências técnicas de sua população etnicamente "diversificada' ou alterada... Além de não acabar com a pobreza ou com as desigualdades extremas nos países de origem desses imigrantes, ainda complica a capacidade de absorção dos países receptivos desses fluxos migratórios, e a própria situação social dos mesmos... 

No caso do Brasil, de adotar medidas educacionistas, baseadas em uma crença de que a "educação" opera verdadeiros milagres na inteligência de indivíduos e grupos, tal como de conseguir aumentá-la apenas por uma suposta "educação de qualidade", como se não apresentassem, ou não apresentássemos características mentais mais intrínsecas, como as capacidades cognitivas e traços de personalidade, que não são unicamente reflexos dos meios ou circunstâncias aos quais nos situamos e interagimos... Pois a partir disso, ao invés de aceitar a realidade do verdadeiro potencial cognitivo do povo brasileiro (em média), medidas que a desprezam não resolvem o problema do déficit acadêmico, assim como também podem contribuir para piorá-lo. E, realisticamente falando, a única maneira de, a médio e longo prazo, começar a resolver esse problema será, não apenas por uma cultura que valoriza a aquisição de conhecimento e de produções artísticas superiores, que não temos, mas também que estabelece meios ou mecanismos, desculpem os mais emocionados... tacitamente eugênicos: de incentivo à alta fertilidade dos "mais inteligentes', ou desincentivo dos "menos', que eu já propus em outros textos: de oferecer vantagens tanto para os que serão incentivados a ter mais filhos, mas não muitos, quanto aos que serão desincentivados ou a terem menos, de um a dois..., além de outras medidas: por exemplo, a desintoxicação da lavagem cerebral "antirracista" ou antibranquista, ensinando às pessoas, especialmente às de ascendência europeia, que gostar da própria etnia não é crime ou pecado, claro, sem que isso resulte ou signifique odiar de maneira generalizada e injusta as outras etnias, até como maneira de também preservar a integridade racial e existencial de grupos "mais inteligentes' no país, além de incentivar os indivíduos "mais inteligentes' dos grupos "menos inteligentes' a se casarem entre si e terem mais descendentes. E sinceramente não vejo nada disso como uma afronta aos verdadeiros direitos humanos... {Também já propus em outro texto que, no caso do risco real de extinção de etnias europeias, que aqueles que almejam preservar seus fenótipos físico-comportamentais de tomarem a dianteira nesse objetivo, defendendo pelo direito à livre associação, sem ter que inibir os direitos mais básicos daqueles que não apresentam essa motivação}...

Mostrar que grupos raciais ou étnicos apresentam diferenças biológicas de comportamento e inteligência não significa que o "verdadeiro' racismo tenha que ser normalizado. A aceitação de uma verdade mais "dura" ou "endurecida" por indução ideológica hegemônica, não significa que se deva agir com crueldade a partir disso. O esclarecimento de um fato geralmente significa ampliar conhecimento e consciência e não o oposto. Da mesma maneira que podemos aceitar a realidade das raças ou etnias humanas e suas diferenças, e de não serem apenas reflexos de cultura ou ambiente, também podemos perceber uma série de outras verdades que contribuem para torná-la menos "dura", por exemplo, de apelar para a natureza complexa da inteligência humana, compreendendo que, mesmo um indivíduo "menos inteligente" em relação a certas competências, não significa que não possa ser inteligente em relação a outras, ou mesmo que só possa ser "não-inteligente". Em nosso cotidiano, podemos perceber que a inteligência humana não se limita a escrever "certo" ou resolver problemas matemáticos, ainda que essas capacidades sejam muito importantes... Aceitar esse fato não significa que tenhamos de generalizar grupos, se essas diferenças também são primariamente estatísticas. Não significa que não possam ser reduzidas ou que, pelo menos, os grupos menos inteligentes também não possam melhorar seus desempenhos ao longo do tempo. Só que essa melhoria real não irá acontecer apenas com mais livros nas escolas de periferia... 

Aceitar que nossas características mentais não são absolutamente sensíveis ao meio e/ou totalmente plásticas por estímulo direcionado, não precisa resultar em um fatalismo determinista, de acreditar que estamos fadados a nunca conseguirmos mudar ou melhorar nada sobre nós mesmos, se não apresentamos apenas limitações, mas também potenciais. Só que esses potenciais são determinados por nossas limitações, o que necessariamente não tem que ser uma verdade ruim, se é melhor sabermos quem somos e até onde podemos alcançar do que nos enganarmos com ilusões. Essa verdade, da natureza primariamente hereditária e intrínseca de nossas características mentais, também pode servir para que o sistema escolar, por exemplo, repense punições por mal desempenho, mas sem que isso signifique em um desleixo sistemático à performance acadêmica e ao comportamento social do corpo estudantil. Se a ciência em sua verdadeira prática e contextualizada ao comportamento e à inteligência inexoravelmente pende para a realidade do predomínio da biologia sobre os mesmos, então, um método de ensino realmente baseado em evidências empíricas precisa aceitá-la, e sem que isso resulte em uma diminuição da importância do professor, ainda que será inevitável uma mudança de função: de "construtor" do intelecto alheio para instrutor...


¹ ...números mostram que, em todos os estados brasileiros, independentemente da disciplina avaliada (Língua Portuguesa ou Matemática), tanto no 5° ano como no 9° ano do Ensino Fundamental, há uma diferença expressiva no percentual de estudantes brancos e de estudantes pretos com aprendizado adequado.

No 5° ano, em Língua Portuguesa, há 65,1% de estudantes brancos com aprendizado adequado; entre os estudantes pretos, o percentual é de 40,3%. Os estados que apresentam as maiores diferenças entre os dois grupos são: Amazonas, Rio Grande do Norte, Roraima e Amapá. No Amazonas, já no 5° ano, estudantes brancos têm desempenho quase 100% superior ao dos alunos pretos (50,8% com aprendizado adequado contra 25,5%).

Em Matemática, o desempenho dos alunos, de forma geral, é pior, mas a diferença por raça persiste: 55,8% dos estudantes brancos têm aprendizado adequado na disciplina contra 31,2% dos estudantes pretos. Em Matemática, além do Amazonas e do Rio Grande do Norte, há diferenças bastante significativas no Rio Grande do Sul, em Mato Grosso, Santa Catarina e na Paraíba. Nesses Estados, a diferença entre brancos e pretos é maior que 70%.

No 9° ano do Ensino Fundamental, em Língua Portuguesa, os alunos brancos têm desempenho 68,2% superior ao dos pretos (46% com aprendizado adequado contra 27,4%). Em Matemática, nesta etapa, verifica-se a maior desigualdade: 25,8% dos estudantes brancos com aprendizado adequado contra 11,9% dos pretos, uma diferença que chega a 116,4%.



² Nos dois anos avaliados e nas duas disciplinas, há diferenças importantes mesmo quando os alunos pertencem ao mesmo grupo socioeconômico: por exemplo, em Matemática, entre os alunos de nível socioeconômico alto, 34,4% dos brancos têm aprendizado adequado, entre os pretos, 17,3% (diferença de 98,8%). Entre os de baixo, 15,8% contra 8% (diferença de 98%).


Traduzido 

"Utilizando dados de crianças que viviam com mulheres incluídas no *National Longitudinal Study of Youth 1979* (Estudo Longitudinal Nacional da Juventude de 1979), os autores apresentam resultados sobre o desempenho em matemática e leitura de crianças nas faixas etárias de 5 a 6, 9 a 10 e 13 a 14 anos, ao longo de um período de 20 anos (1986 a 2005). As crianças foram divididas em seis grupos: crianças negras, hispânicas e brancas de famílias com renda igual ou inferior a 100% do limite federal de pobreza (estudantes pobres) e crianças negras, hispânicas e brancas de famílias com renda acima da linha da pobreza (estudantes não pobres).

Principais Conclusões

Crianças brancas não pobres apresentaram, consistentemente, desempenho superior ao de estudantes negros e hispânicos não pobres, da educação infantil ao ensino médio, tanto em leitura quanto em matemática, entre 1986 e 2005.
A disparidade de desempenho acadêmico entre estudantes brancos não pobres e estudantes negros não pobres aumentou.
Em contrapartida, a disparidade de desempenho acadêmico entre estudantes brancos não pobres e estudantes hispânicos não pobres diminuiu.
Além disso, estudantes negros não pobres apresentaram desempenho inferior ao de estudantes brancos pobres em quase todos os momentos analisados.
Da mesma forma, crianças brancas pobres apresentaram, consistentemente, desempenho superior ao de seus pares negros e hispânicos pobres, da educação infantil ao ensino médio, em leitura e matemática, ao longo do período de 20 anos.
A disparidade de desempenho entre estudantes brancos pobres e seus pares negros pobres aumentou ao longo do tempo e parece se ampliar após a educação infantil.
A disparidade de desempenho entre estudantes brancos pobres e seus pares hispânicos pobres também persistiu ao longo do tempo e aumentou entre crianças em idade de ensino fundamental II (anos finais).
A pobreza exerce um efeito mais prejudicial sobre o desempenho acadêmico de crianças não brancas em comparação com seus pares brancos.
Considerando que mesmo estudantes brancos de famílias pobres superam o desempenho de seus pares negros e hispânicos pobres, essas conclusões sugerem que a renda mais elevada — em média — das famílias brancas não pobres, em comparação com as famílias negras e hispânicas não pobres, não explica totalmente as disparidades raciais/étnicas no desempenho acadêmico".

On "modernity" and human relationships

"Modernity," despite its inherent chaos, has a very positive side: amidst so much "performance," the weight of the masks eventually became too heavy to bear. Today, it is difficult to keep them on for long or to do so convincingly. The world—and the people in it—have become easier to understand, and also easier to despise or hate. Yet, psychologically, things have also become heavier. The untouchable mystery of a culture that preached uniformity in behavior and thought has given way to a plurality of behaviors—even as the pressure for uniformity in *thinking* has intensified. We are more exposed, more truly ourselves (?). Yet, knowing who we are to others—and who they are to us, even if through the caricature of a judgment—causes us more pain and unease than avoiding this fluid aridity of impressions and relationships altogether. This partly explains the ever-growing polarization and disappointment we feel toward one another. We have become so focused on the objective that we end up forgetting the subjective—the complex inner world of each individual. While we delve into the core of each person, we lose sight of the whole—a whole that can only be truly recognized and tolerated through intimacy, and which seemed easier to manage when a barrier of "normality" united us, however superficially. Perhaps the superficiality of the past was better than the "deep yet shallow" nature of today. We look inside others and quickly arrive at what or who they are—at their very entrails—yet we see no more than what we hear. Depth is useless without illumination. Mere touch was never enough to grasp the entirety of a person. Group stereotypes have migrated into individual ones. Today, there is a constant call to understand the complexities and contradictions of others—and of ourselves. Yet, moving from rhetoric to reality has become a Herculean task...