Que caminho a escolher*** Oops, que vontade de urinar no meio desta encruzilhada, ;)
Voltei...
Menor o potencial de impacto da escolha, maior o potencial para o livre arbítrio.
Da superfície à essência, temos um caminho longo a seguir. A superfície é como um eco de nossa morada, mais aconchegante e quente rente ao frio de um mundo misterioso e estapafúrdio.
A essência é a última fronteira de nosso ser, se conquistada, nos tornamos zumbis, nos deixamos levar, nos tornamos marionetes e isso é muito ruim, obviamente...
Mudar de maneira consciente, a partir de uma capacidade de percepção (contextualizada àquilo que se deseja mudar), se dá muitas vezes, de várias formas, quando não se sacrifica o maior e único bem de toda a vida, a sua essência.
Estamos mais livres à superfície, como a pipa, que pode rasgar a breve gravidade de nossos céus de sonhos azuis.
Mas estamos tão presos à responsabilidade de sermos nós mesmos, como o núcleo da Terra ou de qualquer outra estrela orgânica, se dessas grades, mais do que uma prisão, encontramos a segurança de ser em estrutura, como uma casa firme ao chão e não como cercas pintadas a voar sem rumo pela orquestra de um tornado americano.
Não podemos mudar a essência, mas podemos adaptar as ondas que se originam de seu fogo divino. E se podemos, isto é, se temos consciência deste poder, deste porvir de possibilidades, então é equivocado negar qualquer pedaço de existência de escolhas.
Somos ou podemos ser camaleões à superfície mas seremos fieis, íntegros à essência, do contrário, nos desconstruiremos por definitivo.