Dividir para conquistar é uma tática muito antiga justamente por ser tão eficaz, porque se traduz, na prática, como uma divisão da maioria em grupos que são cultivados para se odiarem. Primeiro, diferenças são percebidas. Depois, são capitalizadas. Idiotas úteis e oportunistas são muito importantes nesse processo. Eles são organizados para alimentarem constantemente essas cisões, mantendo a maioria muito ocupada se odiando, enquanto minorias espertas se mantêm no topo, controlando o circo montado. Entre esse "jogar um contra o outro", ou de atiçar discórdias, mais um exemplo, de tantos, é o novo filme de Christopher Nolan, em que ocorre uma suposta licença poética para alterar a etnia de uma personagem da mitologia grega, Helena de Tróia: de europeia branca para negra africana. O argumento usado é de que, como se trata de uma personagem fictícia e não existe nenhuma menção explícita de suas características raciais, então, seria totalmente possível essa liberdade criativa. Mas nós, que não estamos dentro das colmeias podrecistas, sabemos muito bem do que se trata: de continuar humilhando o "homem branco", se apropriando de sua cultura e vandalizando sua história, lhe mostrando que a intenção* é a de apagá-lo, demográfica e culturalmente. Além disso, esse descalabro hollywoodiano, mais um, também serve perfeitamente como lenha na fogueira da polarização, e assim culpam-se: negros, militantes... menos especialmente quem está por trás das cortinas desse "teatro de vampiros": "elites globalistas", "sionistas"...
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