Não é sobre igualdade, respeito ou empatia.
O feminismo pioneiro, das primeiras ondas de ativismo, lutava por paridade básica de direitos entre homens e mulheres. Sua luta, ainda que passível de alguma problematização, era legitimamente justa. O tempo passou desde então e muitos direitos foram garantidos para as mulheres, especialmente para as mulheres ocidentais, aumentando de maneira significativa sua paridade de gênero com os homens e que, logicamente, deveria direcionar o ativismo para a acomodação de suas demandas à realidade de avanço ou conquista de direitos. No entanto, as outras ondas do feminismo que surgiram depois não mais eram sobre alcançar e manter a igualdade, diga-se, preferencialmente uma igualdade racionalmente possível, respeitosa às diferenças biológicas dos sexos, mas de alcançar a hegemonia "feminina' (ou especialmente dos núcleos feministas) sob o sexo masculino... Não era mais sobre igualdade, mas sobre privilégios. Das pioneiras corajosas lutando por uma causa essencialmente justa, o feminismo foi largamente substituído por núcleos psiquiátricos: de mulheres que o usam como meio de politização de seus transtornos mentais não-tratados sob uma mesma bandeira de amargura, revanchismo, supremacia e vitimismo predatórios, em que um desejo destrutivo e vingativo dominante é constantemente incutido, camuflado em torno dos mesmos ideais das primeiras ondas, tendo a desonestidade intelectual e moral e a infiltração nas instituições tradicionais como métodos doutrinário e prático, e a imposição de um regime de ódio e opressão ao sexo masculino como o objetivo mais desejado...
O clássico exemplo de "'grupo oprimido' que, quando alcança o poder, busca oprimir aqueles que o oprimiam".
Mas quem ou quais???
Esses revanchismos identitários de esquerda apenas repetem a mesma ladainha de generalizar grupos vagamente definidos, em termos morais, cometida por séculos por forças políticas mais tradicionais e que, na prática do mundo real, significa culpar e punir especialmente quem nunca teve ou têm culpa, deslegitimando a própria luta, em que, da busca pela justiça, passa-se a buscar por uma vingança completamente injusta que desumaniza todo um grupo apenas com base em características moralmente irrelevantes, como o sexo biológico, justamente o que se fazia antes...
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