domingo, 19 de abril de 2026

Regarding the end of the 6x1 work schedule and the criticism from the right

 It seems that the problem, if there is one, with ending the 6x1 work schedule (analogous to slavery), is that it would further increase employers' costs, especially those with "smaller economic stature," stifling the economy. However, as the right itself also criticizes, the real problem is not the worker or employee having the right to rest that is not limited to one day a week, as they seem to claim, but the high tax burden in Brazil, which "eats up" a large portion of the population's earnings. Therefore, instead of many on the right, stupidly and/or perversely, opposing the end of a cruel system of economic exploitation, perhaps simply because it is a left-wing agenda, they should focus on reducing taxes and, at the same time, supporting this measure, since both benefit workers and entrepreneurs, in short, the economy itself...

Ainda sobre o fim da escala 6x1 e a crítica à direita

Parece que o problema, se existe, do fim da escala 6x1 (análoga à escravidão), seria que isso aumentaria ainda mais os custos dos empregadores, especialmente os de "menor envergadura econômica", sufocando a economia. No entanto, como a própria direita também critica, o problema realmente não é o trabalhador ou o empregado ter direito a um descanso que não se limite a um dia semanal, como parece afirmar a mesma, mas a alta carga tributária no Brasil, que "come" um bocado dos ganhos da população. Portanto, ao invés de muitos da direita, estúpida e/ou perversamente, se colocarem contra o fim de um sistema cruel de exploração econômica, talvez só por ser uma pauta de esquerda, deveriam focar na redução dos impostos e, ao mesmo tempo, apoiando essa medida, já que ambas favorecem tanto os trabalhadores quanto os empreendedores, enfim, a própria economia...

True Political Awareness

The 6x1 scale is about to fall. It will be the current president, Lula, in this April of 2026 when I write this text, who will finally launch the bill to be approved. This is a promise he and his party have made since his first term, back in 2002. And what does this mean??


That I, who should be directly benefited, will have to bow to the great "Brazilian helmsman" and be eternally grateful??


No. But that's what people on the left preach: that specific gratitude is the same as absolute submission. But when a politician serves the population, he is doing nothing more than his duty. He is doing the basics, which every democratically elected politician should do. Furthermore, it is necessary, intelligently, to analyze not only one measure taken by a politician, but in relation to everything he has already done, or at least, to greatly broaden the critical view of him. Preferably, a rational view: objective and impartial. So, based on this approach, it's impossible to treat the current president as the typical PT supporter wants us to treat him: as an extraordinary human being, above all criticism. It's quite clear, for those accustomed to reason, that the PT governments, which have already spanned two decades, present a prevalence of results ranging from ignoble to very negative (increased crime*, continued serious failures in education and health, practically epidemic political corruption...).


*One of the causes of which is the rigging of the judiciary with "anti-punitive professionals" or those forced to act according to laws imposed by politicians of this same ideology.


For true political awareness is precisely about placing oneself above, not below, the political class. Treating them as employees, for what they are, and not as kings, as many of them would like to be seen and treated...


Therefore, treating Lula the way he deserves, according to what he has done, is doing, and continues to do in politics. Tip: nothing close to "based on the perfection of legacy and actions," according to Lula supporters...


Therefore, it's a: "Oh, that's good, Lula... Finally..."


"Thank you (?)"


But...


"...for that reason alone, I will not vote for you in this election (in my case, again), since, if your actions are not limited only to the 'end of the 6x1 scale,' your legacy of more than twenty years of PT governments and, currently, until the first half of 2026, has been much worse than your propaganda."


Furthermore, to conclude, true political awareness requires that we become clever, in a good way, than the politicians we elect or who make up the political class of our country, and not the opposite. In short, to "empower" ourselves as ordinary citizens and not to "empower" them...

A verdadeira conscientização política

 A escala 6x1 está para cair. Será o atual presidente, Lula, nesse abril de 2026 em que escrevo esse texto, que irá finalmente lançar o projeto de lei para ser aprovado. Isso que se trata de uma promessa dele e do seu partido desde o seu primeiro mandato, já no longínquo ano de 2002. E o que isso significa?? 


Que eu, que devo ser diretamente beneficiado, terei que me curvar ao grande "timoneiro brasileiro" e agradecer eternamente?? 

Não. Mas é isso que gente de exquerda prega: que gratidão específica seja o mesmo que submissão absoluta. Só que um político, quando atende à população, não está fazendo nada mais do que sua obrigação. Está fazendo o básico, que todo político eleito democraticamente deveria fazer. Além disso, é necessário, com inteligência, analisar não apenas uma medida tomada por um político, mas em relação a tudo o que já fez, ou pelo menos, ampliar bastante o olhar crítico sobre ele. De preferência, um olhar racional: objetivo e imparcial. E, então, se com base nessa abordagem, não tem como tratar o atual presidente como o petista típico quer que o tratemos: como um ser humano extraordinário, acima de todas as críticas. Se está bem claro, para quem tem o hábito da razão, que os governos petistas, que já somam duas décadas, apresentam uma prevalência de resultados que variam do ignóbil ao muito negativo (aumento da criminalidade*, continuidade de falhas graves na educação e na saúde, corrupção política praticamente epidêmica...). 

*Que tem como uma de suas causas o aparelhamento do judiciário com "profissionais antipunitivistas" ou forçados a agir de acordo com leis impostas por políticos desta mesma ideologia. 

Pois a verdadeira conscientização política é justamente sobre se colocar acima, e não abaixo da classe política. De tratá-los como funcionários, pelo que são, e não como reis, de como muitos deles gostariam de serem vistos e tratados... 

Portanto, de tratar o Lula do jeito que ele merece, de acordo com o que já fez, tem feito e continua fazendo na política. Dica: nada próximo de "com base na perfeição de legado e ações", de acordo com petistas-lulistas... 

Portanto é um: "ah que bom, lula... Finalmente..."  

"Obrigado (?)" 

Mas...

"... só por isso, não irei votar em você nessa eleição (no meu caso, de novo), visto que, se suas ações não se limitam apenas ao 'fim da escala 6x1', o seu legado de mais de vinte anos de governos petistas e, na atualidade, até à primeira metade do ano de 2026, tem sido muito pior do que sua propaganda" 

Ainda, para finalizar, a verdadeira conscientização política requer que nos tornemos mais espertos, no bom sentido, que os políticos que elegemos ou que compõem a classe política do nosso país, e não o oposto. Enfim, de nos "empoderarmos" como cidadãos comuns e não de os "empoderá-los"...

The Problem of Constant/Compulsory Appeal to Scientific Evidence in Promoting Public Policy

Specifically Regarding a Certain Issue


Hypothetically speaking, let's consider that:


"It has been found that some people who commit heinous crimes (out of pure sadism: without complex contexts that could justify them) show a capacity for resocialization."


In this hypothetical scenario, according to legitimate scientific evidence, disregarding the falsifications made by subtypes of pseudoscientists, such as a likely majority of sociologists, for example.


So, even if science achieves this result, it's not fair that someone who commits a heinous crime should have the right to reintegration into society simply because they showed good behavior during their incarceration and even afterward. After all, it's only fair that they remain in prison out of respect for the victim(s), their family, and friends... This is the most important point: an individual who commits a heinous crime, beyond all possible ambiguities, should not be imprisoned "only" because of the crime or the action, but also because of the person or being who was victimized. In other words, also "out of respect" for the victim, their memory, and those most tenderly associated with them. This is more of a moral and philosophical question than just a technical scientific one. Or perhaps the problem lies in the focus many place on: the capacity for resocialization rather than the severity of the crime and what is truly just, a kind of meta-justice: about what is just for the sake of being just, without falling into what seems to be a technicistic trap, at the very least, suspicious...

O problema do apelo constante/compulsório à evidência científica no fomento de políticas públicas

 Especificamente a uma certa questão 


Hipoteticamente falando, vamos pensar que 

"Foi encontrado que algumas pessoas que cometem crimes hediondos (por puro sadismo: sem contextos complexos que possam justificá-los), apresentam capacidade de ressocialização"

Nessa hipótese de cenário, segundo evidências científicas legítimas, desprezando as falsificações feitas por subtipos de pseudocientistas, como uma provável maioria dos sociólogos, por exemplo. 

Então, mas mesmo que a ciência obtenha este resultado, não é justo que quem comete um crime bárbaro possa ter o direito de ressocializar só porque apresentou indicadores de bom comportamento durante o período do encarceramento e, até depois disso, afinal, é justo que seja mantido na prisão com respeito à(s) vítima(as), aos seus familiares, amigos... Eis aí o ponto mais importante: um indivíduo que comete um crime hediondo acima de todas as ambiguidades possíveis, não deve ser preso "apenas" por causa do crime ou da ação, mas também por causa da pessoa ou ser que foi vitimada. Em outras palavras, também "em respeito" à vítima, sua memória e àqueles mais ternamente associados a ela. Se se trata mais de uma questão moral e filosófica e não apenas uma questão técnica da ciência. Ou talvez o problema aí esteja no foco que muitos se direcionam: na capacidade de ressocialização e não na gravidade do crime e no que é realmente justo, de uma espécie de meta-justiça: sobre o que é justo por ser justo, sem cair nessa que parece ser uma armadilha tecnicista, no mínimo, suspeita...